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	<title>Diálogos do SulDiálogos do Sul | Diálogos do Sul</title>
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	<description>Espaço Cultural Diálogos do Sul</description>
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		<title>TV Senado exibe documentário sobre Abdias do Nascimento</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 09:16:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#160; Retratando a trajetória de Abdias do Nascimento, o documentário &#8220;Abdias: Raça e Luta&#8221; homenageia um dos pioneiros do movimento negro no Brasil. Seja como professor, artista plástico, escritor, teatrólogo, político e poeta, Abdias sempre lutou e defendeu as políticas de inclusão dos afrodescendentes e, ao longo de sua vida, conquistou grandes vitórias. Como a criação do Teatro Experimental do Negro, responsável pela formação dos primeiros atores e atrizes dramáticos negros. Ou na Constituição Federal de 88, que contempla, pela primeira vez, a natureza pluricultural e multiétnica do país, graças as suas discussões no Congresso Nacional. Com direção de Maria Maia e produção de Cristina Monteiro, o documentário conta com a participação de Luiza Bairros, Ministra Chefe da ; de Eloi Ferreira de Araújo, presidente da Fundação Palmares; de Elisa Larkin Nascimento, diretora do Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros &#8211; IPEAFRO -  da atriz Ruth de Souza, entre outras personalidades. Apresentações: dia 19/05, às 14h30 e 21h30; dia 20/05, às 12h30 e dia 21/05, à 01h00. Com informações da TV Senado]]></description>
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		<title>Evo Morales adverte: A natureza, os bosques e os povos indígenas não estamos à venda</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 10:00:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Carta de Evo Morales, presidente do Estado Plurinacional da Bolívia, aos povos indígenas do mundo Irmãos indígenas do mundo: Estou profundamente preocupado porque se pretende utilizar alguns dirigentes e grupos indígenas para promover a mercantilização da natureza, e particularmente dos bosques, através da criação do mecanismo REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) e suas versões REDD+ e REDD++. A cada dia desaparece no mundo uma extensão de bosques e selvas equivalente a 36 mil campos de futebol. A cada ano se perdem 13 milhões de hectares de bosques e de selvas. Nesse ritmo, os bosques desaparecerão ante do fim deste século. Os bosques e as selvas são a maior fonte de biodiversidade. Se o desmatamento continuar, milhares de espécies animais e vegetais se perderão para sempre. Mais de três quartos da água doce accessível vem de zonas de captação de bosques; por isso é que a qualidade da água piora quando a condição do bosque se deteriora. Os bosques constituem uma proteção contra inundações, erosões e desastres naturais. Provêem bens madeiráveis e não madeiráveis. São fonte de medicamentos naturais e elementos de cura ainda não descobertos. Os bosques e as selvas são os pulmões da atmosfera. O desmatamento [...]]]></description>
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		<title>Rio+20 ou: A Revolução Cultural Necessária</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 09:09:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paulo Cannabrava Filho* O mundo ou, mais precisamente, a Humanidade está em perigo.  Lê-se e se ouve isso por todas as partes. E que é preciso que os governos busquem alternativas para um desenvolvimento ético, ou seja, menos poluidoras e menos destrutivas. A Rio+20 vem ai e se pretende mobilizar a opinião pública, os intelectuais e os políticos ante os riscos do aquecimento global e da necessidade de novos modelos de desenvolvimento. Fala-se até numa “economia verde”, salvadora, como se fosse possível,  como num passe de mágica, mudar os rumos desse modelo de desenvolvimento que está aí, consumista e predador, fundado no individualismo egocêntrico. O modelo de desenvolvimento constitui uma ameaça real e mensurável para a humanidade, mas, ha um perigo maior e iminente a que não se tem dado a devida importância que é a insanidade dos senhores das guerras, os riscos de novas guerras e de um holocausto nuclear. Não ha que duvidar de que os senhores das guerras estão se armando e tramando novas guerras com o fim de preservar suas hegemonias, garantir a continuidade do atual modelo. Valle ressaltar a advertência de Fidel Castro diante das intervenções armadas contra países árabes e muçulmanos: “Quando uma guerra [...]]]></description>
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		<title>Cúpula das Américas: Fracasso do Império, vitória dos povos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 09:41:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da esquerda para direita:  A presidente do Brasil Dilma Rousseff, o presidente da Colômbia Juan Manuel Santos  e Barack Obama, presidente dos Estados Unidos. (Fonte: Blog do Planalto) Por Paulo Cannabrava* Longe de ser o fracasso anunciado pela mídia, a Cúpula das Américas de Cartagena de Índias, Colômbia, representou uma derrota para os Estados Unidos e uma vitória para os povos de Nossa América e do Caribe. Como não houve consenso, não houve Declaração Conjunta e por isso a mídia conservadora marcou o feito como um fracasso. Contudo, a realidade é que o dissenso foi de uma única voz, dos Estados Unidos, que se fez acompanhar pelo Canadá numa das questões polêmicas. Para os 32 países sim houve consenso: unanimidade em condenar os Estados Unidos pelo bloqueio imposto a Cuba e sua exclusão do sistema interamericano e, unanimidade em apoiar a soberania da Argentina sobre o arquipélago das Malvinas. O que foi anunciado como fracasso pode ser visto como demonstração da solidariedade entre os governos latino-americanos e caribenhos, o que é um grande avanço. No passado recente essa solidariedade só era manifesta pelos povos e por muito poucos governos. Esse entendimento é também uma demonstração do acerto do projeto da Unasul, que [...]]]></description>
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		<title>Movimento &#8220;Ocuppy&#8221; e Geração 68</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 10:09:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Brecht dizia que a gente deveria aprender a ver ao invés de olhar bobamente. Paulo Cannabrava Filho* Nos Estados Unidos, neste final de ano estão a ocorrer fatos que merecem uma reflexão que vem sendo eludida pela mídia dos poderosos. Os 99% estão saindo da toca e contestando o modelo, exigindo alternativas. Nestes tempos de TIC, além de aprender a ver, não basta aprender e saber falar. Há que aprender a comunicar. Nesse país que foi vendido como modelo de democracia, desde 1953 não havia greve. Essa “paz laboral” foi construída a custa de muita repressão, massacres, terrorismo, macarthismo de um lado, e de outro, a custa da ilusão de uma sociedade de consumo sustentada por guerras e saques. Basta lembrar que duas datas importantes como 10 de maio e 8 de março homenageiam trabalhadores e trabalhadoras massacrados por lutarem por seus direitos. Em setembro os primeiros a paralisar foram os trabalhadores no transporte na Califórnia. Os segundos, no final de novembro, foram os trabalhadores dos Correios, a última das estatais que sobrevive. Outro fato relevante: a população apoiando os grevistas. Depois de mais de 50 anos de impor à população a imagem, ou o ideal de viver no melhor [...]]]></description>
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		<title>A direita é global</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 10:02:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se não nos deixam sonhar Não os deixaremos dormir (anônimo) Paulo Cannabrava Filho* As TIC, maravilhas e desafios deste novo século, paralelamente à volatilização do capital financeiro favoreceu a globalização da direita. Direita entendida como protagonista e/ou favorecida ou levada pela corrente. Ideológica ou alienada, oportunista ou utilizada, não importa, tem organização, direção e rumo, seja nos âmbitos locais, nacionais, regionais ou global. A alternativa a essa realidade poderia ser uma esquerda global? Esquerda entendida como protagonista da construção de alternativas ao que a direita impõe como modelo parece estar longe disso. Esquerda ideológica, consciente de que esse modelo leva ao cataclismo, tampouco. Marx, Lênin, Trotski e outros que protagonizaram as Internacionais (da 1a à 4a) entendiam que era necessário buscar uma confluência nos pensamentos e uma unidade na ação para enfrentar o capitalismo não tão globalizado da época, mas já com uma estratégia imperialista bem definida para assumir o controle. Com tantos e brilhantes pensadores e líderes, os paradigmas formulados para construir um mundo alternativo, melhor, não duraram cem anos. Aqui, na nossa América, essas utopias sequer chegaram a amadurecer como alternativas. Difícil. A própria esquerda que se desenvolveu entre nós, que se vê, nasceu no autoritarismo, cresceu no [...]]]></description>
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		<title>Ciberguerra</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 08:30:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paulo Cannabrava Filho São muitos os autores que conformam um quase consenso de que a crise atual, mais que una crise sistêmica, é una crise civilizatória. Chega-se a essa conclusão pelo somatório das interpretações da conjuntura global. A crise é sistêmica e cíclica porque se esgotaram os paradigmas. A crise é moral porque se perdeu o sentido ético nas relações humanas. É assim que eu a entendo, o que nos conduz ao grande desafio deste século: recuperar a humanidade dos habitantes deste planeta. Não há justificativa, no marco da ética, para as guerras de agressão, guerras para satisfazer a voracidade consumista e assegurar maior lucro na implacável sede desse cassino global em que se transformou o manejo das finanças, concentradas, a cada dia, em um número mais reduzido de famílias. Também não há justificativa para um enfoque neutro ou imparcial na cobertura das guerras, o que em realidade é um implícito disfarce a sua plena aceitação. A dignidade humana já não importa. O que importa é o lucro, é o vencer por vencer e a qualquer custo. Basta ver como os meios de comunicação estadunidenses transformaram a cobertura das guerras em espetáculo pirotécnico de grande atração para um espectador hipnotizado [...]]]></description>
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		<title>Federalismo de curral</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 16:00:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Victor Neiva O que houve com o país do futuro que este &#8220;futuro&#8221; nunca chega? Seguramente, esta é uma das perguntas que mais assola o imaginário dos brasileiro, principalmente daqueles que, como eu, nascido durante o “Milagre Brasileiro”, vislumbra, ao chegar a idade produtiva, situação bem mais difícil de vida, com desemprego em alta, salários arroxados e a casa própria um sonho cada vez mais distante. Em reflexão sobre essa pergunta, entre tantas possíveis respostas a tão grave problema, encontro que o federalismo “à brasileira” é uma das principais razões da estagnação dessa marcha que parece nunca querer chegar ao futuro, consequência da negação da história e Lasser Passé, ou seja, o descaso diante da pós modernidade, das revoluções tecnológicas que nos abriram a era da convergência tecnológica e da nano-tecnologia Rui Barbosa, quando se inspirou na Constituição Estadunidense para escrever a primeira Carta Magna republicana, certamente tinha consciência de que se estava preservando oligarquias regionais como meio de facilitar o processo de implantação da república, diminuindo os riscos de revoltas ou, quiçá, de uma guerra civil como prenunciavam as sublevações populares que pipocavam por todo o país. Esse processo foi facilitado em virtude da inexistência de uma cultura jurídica [...]]]></description>
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		<title>Inclusão digital</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:51:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Paulo Cannabrava Filho O tema da inclusão digital, tão em moda entre governos e sociedade civil, não apenas em nossa América, mas em grande parte do planeta, por trazer riscos e oportunidades, talvez mais riscos que oportunidades, merece uma reflexão. O primeiro ponto a ser considerado é a profunda diferença entre ter acesso aos meios e a utilização que se faça deles. No Brasil, por exemplo, a mídia – definida aqui como os grandes meios de comunicação de massa – se jacta de que o país atingiu a cifra de 200 milhões de celulares. Praticamente mais de um por habitante. Uma enquete realizada por Mario Brandão constatou que dois terços das pessoas que têm celulares não os usaram nos últimos seis meses. Acontece que a maioria desses aparelhos são pré-pagos, e como as pessoas não têm dinheiro para pôr créditos não fazem chamadas, embora as recebam. Nos países de nossa América a discussão sobre o direito ao acesso se dá no marco geral da democratização da comunicação, tema envolvido em grande controvérsia, uma vez que se entende, a priori, que para tornar os meios democráticos é preciso haver sobre eles um controle social. Assim, à simples menção de que é [...]]]></description>
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		<title>Nicarágua: Só a revolução pode mudar a vida dos povos indígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 16:11:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fonte: Prensa Latina Tradução: Da redação do Vermelho, Vanessa Silva O presidente do Corpo Executivo do Conselho Regional Autônomo do Atlântico da Nicarágua, Carlos Alemán, afirmou que sem uma verdadeira revolução é difícil realizar as transformações que os povos indígenas do continente precisam. Entrevistado pela Prensa Latina durante um encontro latino-americano de governos locais para Viver Bem em Territórios Indígenas, Campesinos e Comunidades Interculturais, Alemán destacou a colaboração da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América (ALBA) em saúde e educação para as comunidades indígenas nicaraguenses. Em educação, graças ao programa educacional cubano Yo, Si Puedo, disse que foi reduzido para 4% o analfabetismo, que chegava a mais de 50% na área indígena, frente a 16 anos de neoliberalismo antes da chegada ao poder do governo sandinista de Daniel Ortega. A ALBA, agregou, também colabora no fortalecimento de empresas comunitárias indígenas, que são dotadas de recursos e equipamentos para que levem a cabo o processo de transformação da madeira. Opinou que em seu país se avança no processo de titulação das terras indígenas e no reconhecimento do acesso a serviços como saúde, educação, assim como o manejo dos recursos naturais. Os desafios atuais estão nas áreas tituladas começarem a [...]]]></description>
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